sábado, 14 de abril de 2012

A Costa dos Tesouros

© Temas e Debates    

Descobrir uma história preservada há séculos no fundo do mar português 


Não é um romance! Mas lê-se como um romance.

Não é um livro de História! Mas aprende-se Portugal.
Não é um manual de mergulho! Mas compreende-se o meio subaquático.

É com esta integração de características que o livro de Mónica Bello “A Costa dos Tesouros” nos apresenta os testemunhos da História Marítima de Portugal que os mares guardam, muitas vezes com mais “carinho” que os homens.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

José Loureiro vs. Lev Tolstói

MENÚ DO DIA:
ALMOÇO:    Culturgest - Visita guiada à exposição de José Loureiro "As piores flores".
LANCHE:     Leituras guiadas pela galeria -1ª sessão

 © José Loureiro - Sem título
© Editorial Presença
























sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Próxima semana: O Guarani, de José de Alencar


Livraria Almedina Atrium Saldanha
LITERATURA BRASILEIRA – ESTADOS DE ALMA
Fidelidade - O Guarani, de José de Alencar
10 de Setembro, às 19:00 horas
Moderação: David Oscar Vaz

Esta é a obra a ler para a próxima semana. Apareçam na Almedina do Saldanha que não se vão arrepender.

A CHAVE - Rui Herbon



Xadrez = Vida = Xadrez ?

Este autor foi-me dado a conhecer, com grandes elogios, pelo meu amigo JS; A leitura do livro não defraudou as minhas expectativas.
A citação de Jorge Luís Borges, apresentada na epígrafe, não revelando, para além da influência daquele autor, o que vamos encontrar denuncia que vem aí uma história diferente.
De facto, o final, não sendo surpreendente, é absolutamente fantástico e deverá levar o leitor à reflexão sobre a Vida e o seu significado.
Jovem escritor, Rui Herbon merece a leitura da sua obra completa.
Uma excelente descrição deste livro encontra-se no texto de Teresa Sá Couto, que serviu de base à apresentação, que poderá ser encontrado aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

Não Há Crimes Perfeitos ?

Há dias assim: apetece descontrair com um livro mais ligeiro.

Isto a propósito da feira do livro do Continente, onde encontrei o livro que dá título a este Post e que, após folheá-lo, decidi que o tom da escrita poderia dar uns momentos de riso descomprometido.

Estamos perante um autor que mostra uma boa relação com a escrita e que se entretém a "falar" directamente para o leitor.

O primeiro personagem principal - Carta Branca - é de um humor simples e directo, o que leva a uns momentos de leitura onde o riso é natural.

Dos diversos conhecimentos, que Carta Branca espalha no livro, dois têm de ser retidos:
  • A adoptar no meu local de trabalho: G.P.O. (É favor ler o livro para saber o que é);
  • Ter atenção às designações dadas a departamentos ou serviços: estes serão designados pelas suas iniciais (e depois lá vêm as confusões).
A imagem do investigador frio, duro e descrente em Deus é abalada pela ternura que Carta Branca tem pela avó (isto, claro, lendo sem ironia o apelo de Carta Branca aos aforismos da ternurenta senhora).

Quanto ao outro personagem principal - Bonifácio - é apenas mais um "Bom Malandro" (*1) dos que andam por aí a tentar imitar os "Malandros do Costume" (*2).

Quanto a D. Perpétua: paz à sua Alma.

De resto, sem estarmos perante uma obra maior, o livro proporciona uma tarde de praia descontraída e bem humorada.

(*1) - Espero que o Mário Zambujal não afine com a utilização do termo.
(*2) - Não sei quem possa afinar com a utilização deste termo por desconhecer o autor, mas, desde já, fica aqui a confissão que aquele não foi inventado por mim, pelo que qualquer conotação política do mesmo não é da minha exclusiva responsabilidade.